Você já se sentiu identificado com algum lugar ou alguma cultura, ou ate mesmo com alguma época de forma tão intensa que nitidamente você sente que já viveu nela?
Acha estranho sua admiração por determinada coisa, país, lugar, cultura, comida, língua?
Bom, começa aqui minha estória do espírito samurai (spirit samurai).
Desde criança, tenho fascínio pelo Japão, por Katanas, por guerreiros, pelas lutas, aprendi algumas palavras muito rápido, e escrevendo agora no meu blog, acabo de lembrar, que quando eu era criança eu tinha um diário, que fiz um código secreto, e as letras eram como ideogramas japoneses, cada letra, eu fazia um desenho imitando a escrita japonesa, ali eu falava sobre meus dias, sobre aventuras, e tudo era escrito em código "japones". Cresci fascinada por artes marciais, sem fazer aula, parecia que eu já sabia tudo da luta, os golpes, como desarmar o inimigo, como atingir seus pontos vitais, como proteger os meus... O Budismo sempre me fascinou....Buda, os templos...
Resumindo, era como seu eu já tivesse vivido no Japão a muito tempo atrás....
Sushi? Adoro, não me lembro a primeira vez que eu comi, não faz muito tempo, so sei que não vivo sem, as vezes sinto uma vontade de comer uma coisa, e quando vou ver, é um sushi com molho de soja.
Um dia desses comprei um livro que se chamava Muitas vidas, muitos mestres de Brian L. Weiss, retrata a história verdadeira de um famoso psiquiatra, e sua paciente, e a terapia de vidas passadas. O psiquiatra pelo que eu entendi, era meio cético, achava que regressões a outras vidas era fora de seu padrão de crença, ou seja, as regressões que ele costumava a fazer em seu consultório, eram apenas desta vida, foi onde, a sua paciente foi mais longe, aparecendo em outra época, se afogando, revelando assim, sua fobia por água nesta vida. Eu me acabei na leitura, não parei de ler enquanto não terminei, em seguida comprei outro da serie dele, que se chama So o amor é real, o livro fala sobre suas terapias de regressões a vidas passadas, que acabaram se tornando comum, porém ele nunca havia trabalhado com pessoas afins que não se conheciam na vida presente. Estudando as suas histórias passadas, compreendeu que eles estiveram juntos, talvez em muitas vidas. As recordações de Pedro e Elisabeth interligavam-se de modo especial. Suas descrições, acontecimentos, nomes, tudo vinha a confirmar as suspeitas...

Já parou para auto se analisar? Veja o que você gosta ou tenha facilidade e afinidade intuitivamente, procure alguma marca de nascença em você, dizem que estas marcas, são feridas de outras vidas, procure sobre seus medos, de onde eles vieram, porque você os sentem,
Depois conto sobre minhas outras vidas...tenho mais duas convicções diferentes.
aguardem...









